| O
Anemómetro é um dispositivo que se destina a registar a velocidade ou
a velocidade e a direcção do vento. O Anemómetro de Copos é
usado para medir a velocidade do vento a partir da velocidade de rotação
de um moinho constituído por 3 ou 4 copos hemisféricos
ou cónicos fixados às extremidades de uns braços
horizontais ligados a um eixo vertical. O Anemómetro de Byram
é uma variedade do Anemómetro de Copos. O Anemómetro
de Contagem tem copos ou uma ventoinha cuja rotação é
transmitida a um contador técnico que integra directamente a
velocidade de deslocação do vento. O Anemómetro
Portátil é um aparelho transportado por um observador
e destina-se a medições de vento em qualquer lugar. O
Anemómetro de Tubo de Pressão (Anemómetro de Dines)
é um instrumento que a leitura da velocidade do vento a partir
de pressões de vento dinâmicas. O vento, ao passar por
dentro de um tubo, origina uma pressão maior do que a pressão
estática, enquanto que o mesmo vento, ao passar ao sobre o mesmo
tubo, origina uma pressão menor do que a estática. Esta
diferença de pressão é proporcional ao quadrado
da velocidade do vento. As unidades de medida usuais na medição
da velocidade do vento são quilómetros por hora, milhas
por hora ou nós. |
| O
Pluviómetro é um dispositivo que se destina a registar a quantidade
de precipitação ocorrida num determinado espaço de tempo. Tendo basicamente
a forma de um balde, recolhe a precipitação, a qual obriga um mecanismo
integrado a encher-se e a esvaziar-se, alternadamente, através de dois
receptáculos semelhantes aos pratos de uma balança. A medição utilizada
nesta estação ocorre em mm/m2. Nos EUA, por exemplo, as medições são
realizadas em polegadas. Cada receptáculo do mecanismo da presente estação
comporta 0,2 mm de precipitação (antes de ser esvaziado) e considera-se
como anormalmente chuvoso um dia em que se registe uma precipitação
superior a 20mm. Por vezes, se o teor de humidade no ar é muito elevado,
a estação regista precipitação sem que a mesma seja sentida, o que se
deve à condensação dessa mesma humidade nas paredes do pluviómetro e
ao consequente enchimento dos receptáculos. Em climas muito frios, os
pluviómetros são dotados de sistemas de aquecimento, por forma a fazer
face à formação de gelo ou à queda de neve. |
| A
medição da temperatura do ar, nesta estação meteorológica, realiza-se
através de um sensor colocado dentro de um escudo protector, que lhe
permite identificar, de forma automática, a temperatura real à sombra,
na medida em que todo o dispositivo se encontra sob a luz directa do
sol. O escudo protector referido tem basicamente o formato de uma caixa,
no interior da qual se encontra colocado o sensor, caixa essa que é
formada, a toda a volta, por uma conjugação de palhetas que permitem
a passagem do ar, mas não do calor provocado pela luz directa do sol.
No mesmo dispositivo, encontra-se ainda colocado o higrómetro.
A medição da temperatura realiza-se em graus Celsius ou Fahreneit. |
| A
medição da percentagem de humidade no ar exterior, nesta estação meteorológica,
realiza-se através de um sensor colocado dentro de um escudo protector,
que lhe permite identificar, de forma automática, a quantidade de humidade
presente na atmosfera. O sensor de humidade, propriamente dito, é denominado
de higrómetro e permite, em conjugação com o termómetro,
obter dados extremamente importantes, tanto no que respeita à previsão
meteorológica, como em relação a aspectos do estudo do conforto humano
perante a variação climática. |
| Para
poder realizar a identificação da pressão atmosférica, a estação meteorológica
dispõe de um sensor ligado ao sistema, que se denomina de barómetro.
Basicamente, a pressão atmosférica pode medir-se em diversas escalas,
contudo, no nosso caso, optou-se pela medida em milibares. Normalmente,
o bom tempo está associado a altas pressões da atmosfera, enquanto o
mau tempo condiz com as baixas pressões. Na leitura dos dados
desta estação, a tendência da Pressão Atmosférica aparecerá registada
com as expressões "Estável", "Subida" ou
"Descida", conforme a tendência seja, respectivamente, de
"estabilidade", "subida" ou "descida". |
| Também
conhecido por Temperatura Aparente, o THIndex é uma relação entre temperatura
e humidade que tem por objecto o estudo dos riscos para a saúde emergentes
de tal combinação. Quanto maior for o valor, mais alto será o risco.
Se a estação registar uma temperatura exterior superior a 20ºC e, simultaneamente,
um alto valor de humidade, a temperatura aparente será superior à própria
temperatura do ar. Como tal, quanto mais alto for o valor, mais alto
será também o risco de choque pelo calor. |
| O
Ponto de Orvalho ou "Dew Point" é uma medida de humidade,
posta em termos da temperatura a partir da qual o ar se torna tão saturado
que o orvalho se começa a formar, partindo do princípio de que o vapor
de água na atmosfera se mantém constante. |
| O
Índice de Frio, Arrefecimento pelo Vento ou "Windchill"
é uma relação entre temperatura e velocidade do vento. Quando sentimos
o vento soprar no nosso corpo, este leva consigo o ar que o nosso corpo
aqueceu e que se encontra à nossa volta. Daí que nos pareça, quando
o vento sopra, que a temperatura é mais baixa do que a que realmente
se regista. Logicamente, quanto maior for a velocidade do vento, mais
baixa nos parecerá a temperatura do ar, porque maior será a quantidade
de ar aquecido pelo nosso corpo a ser dissipada. |
Radiação Ultravioleta/Ultraviolet Radiation
| A
energia do Sol chega à Terra sob a forma de raios visíveis
infravermelhos e ultravioletas. A exposição a raios UV
pode causar diversos problemas de saúde, como queimaduras solares,
cancro de pele, envelhecimento prematuro da pele e cataratas, e pode
mesmo debilitar o sistema imunitário. O sensor de UV ajuda a
analisar os níveis de variação da radiação
ultravioleta e pode servir de aviso para situações em
que a exposição é particularmente inaceitável.
A leitura dos raios UV não tem em conta a reflexão causada
pela neve, pela areia ou pela água, o que pode aumentar significativamente
a exposição. |
| O
Índice de THSW usa a humidade e a temperatura tal como no THIndex,
mas também inclui os efeitos de aquecimento do Sol e os efeitos
de arrefecimento do vento (como o wind chill) para calcular
uma temperatura aparente daquilo que parece sentir-se ao sol. O Índice
de THSW rquer um sensor de radiação solar. |
Radiação Solar/Solar Radiation
| A
radiação solar é tecnicamente conhecida por
Radiação Solar Global, uma medida d intensidade da
radiação do Sol quando encontra uma superfície
horizontal. Esta irradiação inclui tanto os componentes
directos da radiação solar, como os componentes da
reflexão produzida pelo céu. A medição
da radiação solar dá uma medida da quantidade
de radiação solar ao tocar o respectivo sensor em
qualquer momento, expressa em Watts/metro quadrado (W/m2). A medição
exige, obviamente, o sensor de radiação solar. |
(ET) Evapotranspiração/Evapotranspiration
| A
Evapotranspiração (ET) é a medida da quantidade
de vapor de água devolvido ao ar numa certa área.
Combina a quantidade de vapor de água devolvido por evaporação
(a partir de superfícies de vegetação molhadas
e do estoma das folhas) com a quantidade de vapor de água
devolvido por transpiração (humidade exalda através
da pele das plantas), para chegar a um determinado total. Efectivamente,
a ET é o exacto oposto da chuva e é expressa nas
mesmas unidades de medida (polegadas e milímetros). Para
medir a ET, a estação usa temperatura, humidade
relativa, velocidade média do vento e radiação
solar. O cálculo é feito uma vez por hora, em cima
da hora. Obviamente, é exigido um sensor de radiação
solar. |
| O
sistema Fire Weather Index (FWI) é a primeira parte do Canadian Forest
Fire Danger Rating System (CFFDRS), introduzido na Nova Zelândia em
1980. Provou ser eficaz neste país. O FWI foi avaliado durante diversas
estações, antes de ser posto em funcionamento na estação de fogos de
1980/81.
The open-ended ISI scale starts at zero and a rating of 10 indicates high rate of spread shortly after ignition. A rating of 16 or more indicates extremely rapid rate of spread.
The BUI scale starts at zero and is open-ended. A rating above 40 is high, above 60 is extreme.
The FWI is divided into four fire danger classes: Low
0 - 7 Moderate 8 - 16 High l7 - 31 Extreme 32+
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CÓDIGOS DE SECURA: FFDC - Forest Fire Drought Code Código de Secura para Incêndio na Floresta SFDC - Scrubland Fire Drought Code Código de Secura para Incêndio em Mato GFDC - Grassland Fire Drought Code Código de Secura para Incêndio em Restolho Os graus de risco para FFDC, SFDC e GFDC dividem-se em: LW, MD, HI, VI e EX. FFDC (Forest Fire Danger Code) Based on predicted generated "fire intensity (kw/m²)" in forest type vegetation (pine, beech). This code denotes how difficult it would be to control a fire in this vegetation type should one start. (Low, Moderate, High, Very High, Extreme)
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